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Lifting de mama sem cirurgia é seguro? Entenda os riscos de procedimentos invasivos nas mamas

Publicado em 18/09/2026 por Thiago

Lifting de mama

Principais tópicos

  • Uma análise publicada em 2026 encontrou apenas três publicações sobre dispositivos de energia utilizados como alternativa estética à mastopexia e questionou a relevância objetiva do levantamento mamário obtido.
  • Em uma avaliação de radiofrequência assistida aplicada às mamas, apenas 10 pacientes foram acompanhadas durante 12 meses, mostrando que parte da evidência disponível ainda envolve grupos pequenos.
  • Uma publicação de 2025 sobre radiofrequência por plasma de hélio acompanhou 15 pacientes e encontrou sucesso na avaliação fotográfica em 11 delas após 180 dias.
  • Em 537 procedimentos de lipólise assistida por laser realizados em diferentes regiões corporais, foram registradas quatro queimaduras e uma infecção, correspondendo a 0,93% de complicações locais.
  • A Anvisa orienta que procedimentos estéticos sejam realizados em local autorizado, com produto ou equipamento regularizado e por profissional qualificado, além de esclarecer que a regulamentação do exercício profissional compete aos respectivos conselhos.

 

Introdução

A promessa de levantar as mamas sem uma cirurgia convencional ganhou espaço nas redes sociais com expressões como “lifting sem cortes”, “retração mamária” e “tratamento da flacidez com tecnologia”. Entretanto, esses nomes podem agrupar procedimentos bastante diferentes. Alguns utilizam equipamentos externos, enquanto outros introduzem fibras, cânulas ou dispositivos através da pele para transmitir energia aos tecidos mais profundos.

 

Nesse sentido, a ausência das incisões características de uma mastopexia não significa necessariamente ausência de invasividade. Esse é um ponto enfatizado pelo Dr. Thiago Cavalcanti ao alertar sobre procedimentos realizados na região mamária por profissionais sem habilitação compatível. Além da expectativa estética, é necessário considerar quais estruturas serão atingidas, qual equipamento será utilizado, que evidência sustenta sua indicação e quem estará preparado para reconhecer e tratar uma possível complicação.

 

O que é chamado de lifting de mama sem cirurgia?

O chamado lifting de mama sem cirurgia não corresponde a uma única técnica médica. A expressão pode ser utilizada para tecnologias baseadas em radiofrequência, plasma, ultrassom ou laser destinadas a provocar aquecimento controlado dos tecidos e estimular retração. Em algumas modalidades, o dispositivo permanece externamente sobre a pele; em outras, uma cânula ou fibra é introduzida no tecido subcutâneo.

A finalidade também precisa ser esclarecida, porque melhorar discretamente a retração da pele não equivale necessariamente a reposicionar uma mama com ptose. A ptose mamária, popularmente chamada de queda das mamas, envolve fatores como excesso de pele, distribuição do tecido mamário, posição do mamilo e da aréola e relação da mama com o sulco inframamário. Consequentemente, diferentes graus de ptose exigem estratégias diferentes.

 

Existem, de fato, trabalhos avaliando tecnologias de energia na mama. Dayan et al. (2022) acompanharam 10 mulheres tratadas com radiofrequência assistida e identificaram melhora em algumas medidas após 12 meses. Por outro lado, trata-se de uma amostra pequena, o que impede transformar esse resultado em evidência de que a tecnologia substitua uma mastopexia em diferentes perfis de pacientes.

 

Um procedimento “sem cortes” pode ser invasivo?

Sim. Um procedimento pode utilizar pequenas aberturas na pele e ainda assim alcançar o tecido subcutâneo, razão pela qual “sem cicatriz extensa” não deve ser confundido com “não invasivo”. Quando uma fibra ou cânula atravessa a barreira cutânea e libera energia em profundidade, existem efeitos físicos e biológicos que precisam ser controlados durante a intervenção.

 

Essa diferenciação é especialmente importante na comunicação com pacientes. Segundo o Conselho Federal de Medicina, um dispositivo é considerado invasivo quando penetra parcial ou totalmente no corpo, inclusive atravessando a pele. O CFM também relaciona essa interpretação à Lei nº 12.842/2013, que estabelece atividades privativas do médico e inclui a indicação e execução de procedimentos invasivos diagnósticos, terapêuticos ou estéticos.

 

Além disso, o próprio CFM incluiu o endolaser entre os exemplos de procedimentos estéticos invasivos abordados em documento elaborado com sociedades de especialistas. Portanto, a maneira como uma técnica é anunciada comercialmente não determina seu grau de complexidade. O que importa é como ela é executada, quais estruturas são atingidas e quais riscos precisam ser manejados.

 

Quais são os riscos do laser e de outras tecnologias que aquecem tecidos?

Tecnologias que produzem aquecimento em planos profundos podem causar queimaduras, lesões térmicas, infecção, seroma, hematoma e cicatrizes quando há excesso de energia, aplicação inadequada ou outras intercorrências. Entretanto, o risco varia conforme equipamento, técnica, região tratada, parâmetros utilizados e experiência do profissional, razão pela qual não é correto atribuir a mesma taxa de complicações a todos os dispositivos.

 

Katz e McBean (2008), por exemplo, registraram quatro queimaduras e uma infecção entre 537 procedimentos de lipólise assistida por laser, equivalente a 0,93% de complicações locais. É importante destacar que esses dados não são específicos de lifting mamário; eles ajudam a demonstrar que tecnologias subcutâneas baseadas em calor apresentam riscos térmicos reais mesmo quando utilizadas em ambiente médico.

 

Mordon et al. (2009) também demonstraram experimentalmente a relação entre temperatura e lesão dos tecidos. Durante a lipólise assistida por laser, os pesquisadores observaram que temperaturas superficiais mais elevadas aumentaram a ocorrência de danos na epiderme e na derme, enquanto temperaturas ainda maiores provocaram a formação de bolhas. Por esse motivo, o profissional deve controlar cuidadosamente a profundidade de aplicação, a quantidade de energia e a temperatura durante o procedimento, especialmente quando utiliza uma fonte de calor abaixo da pele.

 

Lifting de mama sem cirurgia realmente consegue levantar as mamas?

Algumas tecnologias demonstraram alterações discretas em medidas mamárias, mas as evidências disponíveis ainda não permitem afirmar que produzam o mesmo efeito de uma mastopexia. O tamanho reduzido das amostras, diferentes tecnologias utilizadas e limitações metodológicas tornam particularmente importante não transformar resultados iniciais em uma promessa de “lifting sem cirurgia”.

 

Sterodimas et al. (2025) avaliaram 15 pacientes tratadas com radiofrequência por plasma de hélio e observaram sucesso na avaliação fotográfica independente em 11 casos após 180 dias. Os autores também relataram redução média de 1,2 cm na distância entre a incisura esternal e o mamilo. Embora esses achados indiquem uma possível aplicação em casos selecionados, o número de participantes permanece pequeno.

 

Por outro lado, Swanson (2026) analisou a literatura disponível sobre radiofrequência e plasma de hélio como alternativas à mastopexia e encontrou somente três publicações. Após padronizar as fotografias, a redução média da distância entre a incisura esternal e o mamilo foi de aproximadamente 2 mm, sem diferenças estatisticamente significativas nas medidas avaliadas. O autor concluiu que a mastopexia cirúrgica continua sendo a referência para o tratamento efetivo da ptose.

 

Portanto, existe uma diferença fundamental entre retração de tecidos e reposicionamento mamário. Uma tecnologia pode produzir algum grau de contração da pele sem remover excesso cutâneo, modificar a arquitetura da mama ou reposicionar diretamente o complexo aréolo-papilar. É justamente por isso que a indicação precisa considerar o grau de queda e a anatomia da paciente antes de definir se uma abordagem tecnológica tem espaço naquele caso.

 

Quem pode realizar procedimentos invasivos nas mamas?

A habilitação depende da natureza do procedimento e das normas profissionais aplicáveis. No caso de procedimentos que atravessam a pele e atuam em planos profundos, o CFM sustenta que sua indicação e execução constituem atos médicos, com fundamento na Lei nº 12.842/2013. 

Por sua vez, a Anvisa esclarece que não é responsável por definir quais categorias profissionais podem executar cada procedimento. Essa atribuição pertence aos respectivos conselhos profissionais. O papel da Agência envolve aspectos sanitários, regularização de produtos e dispositivos médicos e fiscalização sanitária em conjunto com autoridades locais. Assim, verificar apenas se um equipamento possui registro sanitário não confirma que qualquer profissional esteja autorizado a utilizá-lo.

 

Consequentemente, a paciente deve verificar tanto a regularização do equipamento quanto a qualificação de quem realizará o procedimento. A Anvisa recomenda três verificações básicas antes de um tratamento estético: estabelecimento autorizado, produto ou dispositivo regularizado e profissional qualificado. A Agência também mantém uma plataforma para consulta dos produtos para saúde regularizados no país.

 

Como saber se uma tecnologia para flacidez das mamas é adequada?

O primeiro passo consiste em descobrir exatamente o que o profissional pretende fazer, e não apenas conhecer o nome comercial utilizado na publicidade. Durante a consulta, a paciente deve perguntar qual equipamento o profissional utilizará, se ele atravessa a pele, em qual plano anatômico atuará, qual tipo de energia entregará, se o fabricante prevê essa indicação de uso e se a Anvisa regularizou o dispositivo para a finalidade proposta.

Além disso, a paciente também deve solicitar informações sobre as evidências científicas específicas para o uso da tecnologia nas mamas. Afinal, um equipamento capaz de produzir retração no abdômen, no pescoço ou nos braços não comprova, automaticamente, sua eficácia para tratar a ptose mamária. Isso acontece porque cada região do corpo apresenta características anatômicas próprias. Consequentemente, resultados obtidos em outras áreas não substituem estudos desenvolvidos especificamente para o tecido mamário.

Por fim, a paciente deve esclarecer quais complicações podem ocorrer e qual profissional assumirá o acompanhamento caso elas apareçam.
Além disso, a própria Anvisa orienta profissionais e pacientes a manter cautela diante de promessas de tratamentos revolucionários, resultados rápidos ou soluções apresentadas como livres de riscos. Por esse motivo, uma comunicação transparente sobre benefícios, limitações, riscos e possíveis intercorrências tem o mesmo peso da tecnologia escolhida para o tratamento.

 

Como avaliar a flacidez e a queda das mamas com o Dr. Thiago Cavalcanti?

O Dr. Thiago Cavalcanti é cirurgião plástico formado pelo Instituto Ivo Pitanguy e Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, com atuação especialmente dedicada às cirurgias das mamas. Durante a consulta, o cirurgião avalia a qualidade da pele, o volume mamário, a posição das aréolas, a relação entre as mamas e o sulco inframamário, além do grau de ptose. Com base nessa análise, ele define quais abordagens oferecem maior potencial para cada paciente.

Além disso, a consulta permite identificar quando uma tecnologia atua apenas na retração dos tecidos e quando a paciente realmente precisa de uma técnica capaz de remodelar e reposicionar as mamas. Entre os procedimentos realizados pelo Dr. Thiago estão a mastopexia com ou sem implante, a mamoplastia de aumento, a mamoplastia redutora, a troca de prótese, o explante, a correção de mama tuberosa e a cirurgia híbrida. Em todos os casos, o planejamento respeita as características anatômicas e os objetivos individuais da paciente.

Nesse contexto, o Dr. Thiago pode incluir novas tecnologias na discussão sempre que a indicação clínica e as evidências científicas justificarem seu uso. No entanto, ele não baseia a escolha do tratamento apenas na promessa de evitar cicatrizes ou substituir uma cirurgia. Agende uma avaliação com o Dr. Thiago Cavalcanti para identificar a causa da flacidez ou da queda das suas mamas e entender quais opções de tratamento se adequam melhor à sua anatomia e aos seus objetivos.

Considerações finais

A expressão “lifting de mama sem cirurgia” pode transmitir uma ideia de simplicidade que nem sempre corresponde ao procedimento realizado. Quando o profissional introduz cânulas, fibras ou outros dispositivos através da pele para liberar energia em tecidos profundos, ele assume riscos térmicos, infecciosos e cicatriciais que exigem reconhecimento, prevenção e tratamento por profissionais devidamente habilitados.

Ao mesmo tempo, a literatura científica não justifica descartar nem supervalorizar, de forma generalizada, as tecnologias baseadas em energia. Embora alguns estudos tenham demonstrado resultados preliminares promissores em aplicações específicas, as evidências atuais ainda não sustentam seu uso como substituto da mastopexia, e trabalhos recentes, inclusive, questionam essa possibilidade em determinadas situações.
Por isso, o cirurgião deve basear a decisão no diagnóstico da ptose, na anatomia da paciente, na qualidade das evidências científicas e na segurança da técnica, em vez de priorizar apenas a promessa de um tratamento “sem cortes”.

 

FAQ: perguntas frequentes sobre lifting de mama sem cirurgia

O que é o lifting de mama a laser?

O lifting de mama a laser é uma abordagem que utiliza energia térmica, geralmente aplicada em planos subcutâneos, com o objetivo de promover retração tecidual e melhorar a flacidez. O Dr. Thiago Cavalcanti mantém uma posição cautelosa e contrária à apresentação desse método como substituto da mastopexia, sobretudo porque ainda há pouca evidência científica robusta sobre sua eficácia e segurança para esse fim específico. 

 

É possível levantar a mama sem cirurgia?

Algumas tecnologias podem produzir retração limitada dos tecidos em pacientes selecionadas, mas isso não equivale necessariamente ao reposicionamento obtido com uma mastopexia. A capacidade de melhora depende do grau de ptose, da pele e da técnica utilizada.

 

Laser para levantar as mamas é seguro?

Não existe uma resposta única, porque diferentes equipamentos e técnicas são chamados de “laser”. Procedimentos que introduzem fibras sob a pele envolvem riscos como queimaduras, infecção e cicatrizes e devem ter indicação, equipamento e execução adequados.

 

Lifting sem cirurgia substitui a mastopexia?

As evidências atuais não sustentam essa equivalência de maneira geral. A mastopexia permite remover excesso de pele, remodelar os tecidos e reposicionar o complexo aréolo-papilar, enquanto dispositivos de energia atuam principalmente por retração tecidual.

 

Como verificar se um aparelho estético está regularizado?

A Anvisa disponibiliza consulta pública de produtos para saúde e dispositivos médicos regularizados. Além disso, é importante verificar se o equipamento está autorizado para a finalidade proposta e se o profissional está habilitado a operá-lo.

 

“Sem cortes” significa que não haverá cicatriz?

Não necessariamente. Procedimentos que utilizam pequenas entradas para cânulas ou fibras podem gerar marcas, queimaduras ou cicatrizes caso ocorram complicações. A extensão e o risco variam conforme a técnica, o dispositivo e a resposta individual.

 

Referências

BRASIL. Lei nº 12.842, de 10 de julho de 2013. Dispõe sobre o exercício da Medicina. Brasília, DF: Presidência da República, 2013. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2013/lei/l12842.htm. Acesso em: 15 set. 2026.

 

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Procedimento seguro. Brasília, DF: Anvisa, 2024. Atualizado em 27 abr. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/comunicacao/campanhas/estetica/procedimento-seguro. Acesso em: 15 set. 2026.

 

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Consulta de produtos para saúde. Brasília, DF: Anvisa, 2024. Atualizado em 27 abr. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/comunicacao/campanhas/estetica/consulta-de-produtos. Acesso em: 15 set. 2026.

 

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Serviços de embelezamento. Brasília, DF: Anvisa. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/servicos-de-saude/servicos-de-embelezamento/. Acesso em: 15 set. 2026.

Demais referências

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM). CFM alerta: por lei, procedimentos estéticos invasivos devem ser executados apenas por médicos. Brasília, DF: CFM, 6 jun. 2024. Disponível em: https://portal.cfm.org.br/noticias/conselho-federal-de-medicina-alerta-por-lei-procedimentos-esteticos-invasivos-devem-ser-executados-apenas-por-medicos. Acesso em: 15 set. 2026.

 

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM). CFM e entidades de especialistas apontam procedimentos estéticos invasivos que devem ser feitos apenas por médicos. Brasília, DF: CFM, 27 jun. 2024. Disponível em: https://portal.cfm.org.br/noticias/cfm-e-entidades-de-especialistas-apontam-procedimentos-esteticos-invasivos-que-devem-ser-feitos-apenas-por-medicos. Acesso em: 15 set. 2026.

 

DAYAN, Erez et al. Clinical Evaluation of Safety and Efficacy of Radiofrequency-Assisted Lipolysis on Breast Envelope and Nipple-Areola Complex Position. Plastic and Reconstructive Surgery, 2022. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36103661/

 

KATZ, Bruce; MCBEAN, Jason. Laser-assisted lipolysis: a report on complications. Journal of Cosmetic and Laser Therapy, v. 10, n. 4, p. 231-233, 2008. DOI: 10.1080/14764170802524437. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19016103/

 

MORDON, Serge et al. Evaluation of tissue thermal effects from 1064/1320-nm laser-assisted lipolysis and its clinical implications. Lasers in Surgery and Medicine, 2009. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19484812/

 

STERODIMAS, Aris et al. A Prospective Study on Helium-Based Plasma Radiofrequency for Minimally Invasive Breast Lift Scarless Mastopexy. Aesthetic Surgery Journal Open Forum, v. 7, ojaf004, 2025. DOI: 10.1093/asjof/ojaf004. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40236884/

 

SWANSON, Eric. A Systematic Review of Radiofrequency and Helium Plasma Radiofrequency Alternatives to Mastopexy. Aesthetic Plastic Surgery, v. 50, n. 3, p. 1109-1117, 2026. DOI: 10.1007/s00266-025-05295-9. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41053477/.

Categorias: Blog, Cirurgia de mama, Curiosidades, Especialidades

Dr. Thiago Cavalcanti

Quem é e suas especialidades

Dr. Thiago Cavalcanti é um renomado cirurgião plástico, formado pelo Instituto Ivo Pitanguy em 2009, no Rio de Janeiro. Especialista em cirurgia de mama, é referência na técnica R24R, que promove uma recuperação pós-operatória em apenas 24 horas.

Desde o início de sua jornada na medicina em 2003, ele se dedica incansavelmente ao aprimoramento de suas habilidades e ao aprofundamento de seus conhecimentos. Reconhecido por sua abordagem inovadora, Dr. Thiago também é palestrante internacional e educador, tendo participado de eventos e treinamentos em países como Itália, Espanha, Turquia, Suécia e Austrália, sempre em busca das mais avançadas técnicas de cirurgia plástica.

Membro Titular da SBCP: Detém o grau mais elevado de certificação dentro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Dr. Thiago Cavalcanti
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