Dreno na cirurgia de mama é necessário? Entenda os riscos!
Publicado em 06/11/2026 por Dr. Thiago Cavalcanti
Principais tópicos
- O dreno cirúrgico retira sangue e líquidos da região operada, mas não impede necessariamente a formação de hematomas e seromas após uma cirurgia de mama.
- Uma revisão Cochrane de Khan, Smeulders e Van der Horst (2015), com três ensaios randomizados e 306 mulheres, não encontrou benefício do uso rotineiro de drenos na mamoplastia redutora.
- Uma revisão sistemática de Dušková, Měšťák e Molitor (2024), com 13 estudos e 1.167 mamas, registrou hematoma em 2,4% das mamas sem dreno e em 3,9% das drenadas.
- Em uma coorte retrospectiva de 944 pacientes submetidas à mamoplastia redutora, Kalmar e colaboradores (2025) observaram que o dreno não reduziu hematomas nem seromas e esteve associado a mais infecções.
- Na prótese de silicone, uma série de 1.617 pacientes operadas sem dreno (Montemurro e Gupta, 2023) teve hematoma em 0,92%, seroma em 0,74% e retirada do implante por infecção em 0,18%. Na mastopexia, os dados publicados são mais escassos e a decisão depende da avaliação de cada caso.
Introdução
O uso de dreno na cirurgia de mama costuma despertar dúvidas entre pacientes que desejam colocar prótese de silicone, realizar uma mastopexia ou passar por uma mamoplastia redutora. Afinal, toda cirurgia mamária precisa desse dispositivo? Embora muitas pessoas associem sua utilização a uma recuperação mais segura, as evidências científicas indicam que o dreno nem sempre é necessário e pode apresentar desvantagens em determinadas situações.
O Dr. Thiago Cavalcanti, cirurgião plástico em Balneário Camboriú, Santa Catarina, prioriza técnicas que dispensam o uso rotineiro de drenos em cirurgias das mamas, quando as condições clínicas permitem. Sua abordagem considera o planejamento individualizado, o controle do sangramento e o acompanhamento pós-operatório. A decisão, porém, depende das características de cada paciente e do procedimento realizado, seja um aumento mamário com silicone, uma mastopexia ou outra cirurgia.
O que é o dreno na cirurgia de mama e para que serve?
O dreno na cirurgia de mama é um dispositivo utilizado para retirar sangue e outros líquidos que podem se acumular na região operada. Geralmente, consiste em um pequeno tubo flexível conectado a um reservatório externo, que permite a saída dessas secreções após a operação. Ter um dreno, porém, não protege a paciente de todas as complicações do pós-operatório.
Durante uma cirurgia de aumento das mamas com silicone, mastopexia ou redução mamária, o cirurgião manipula tecidos e pequenos vasos sanguíneos. Como consequência, o organismo pode produzir líquidos durante a cicatrização. Em algumas situações, essas secreções se acumulam e exigem acompanhamento. Em volumes pequenos, o próprio corpo absorve esse líquido, o que pode tornar desnecessário o uso do dreno em pacientes adequadamente selecionadas.
Duas complicações explicam por que o dreno existe: o hematoma, caracterizado pelo acúmulo de sangue, e o seroma, que corresponde ao acúmulo de líquido produzido pelo organismo. Embora o dreno permita retirar parte dessas secreções, ele não elimina suas causas. Por isso, o controle do sangramento e os cuidados cirúrgicos continuam fundamentais para reduzir essas complicações.
Quais são os riscos de utilizar dreno após colocar prótese de silicone ou realizar mastopexia?
Os principais riscos associados ao dreno após uma cirurgia de mama incluem desconforto, irritação na região de saída do tubo, possibilidade de contaminação bacteriana e dificuldades durante a recuperação. Como o dispositivo mantém uma comunicação entre a região operada e o ambiente externo, exige cuidados específicos de higiene e manipulação. Nada disso quer dizer que toda paciente com dreno terá complicações.
Um dos pontos de atenção envolve a infecção, que acontece quando microrganismos atingem os tecidos e provocam uma reação inflamatória. Em uma coorte retrospectiva de 944 pacientes submetidas à mamoplastia redutora, Kalmar e colaboradores (2025) observaram que o uso de drenos não reduziu hematomas nem seromas e esteve associado a mais infecções. Por ser um estudo observacional, ele mostra uma associação, mas não prova que o dreno causou cada infecção.
Outro aspecto importante envolve o desconforto durante a recuperação após a cirurgia de mama. Dependendo da localização e do tempo de permanência, o dreno pode dificultar movimentos, exigir cuidados para evitar que o tubo seja puxado e aumentar a preocupação da paciente. Além disso, sua retirada pode provocar uma sensação desagradável, embora geralmente seja um procedimento rápido e com desconforto passageiro.
Operar sem dreno simplifica parte dos cuidados pós-operatórios, mas a decisão precisa considerar os benefícios e os riscos de cada situação, especialmente em procedimentos como mastopexia com prótese, troca de silicone e cirurgias mamárias secundárias. Quando existe indicação clínica para drenagem, deixar de utilizar o dispositivo apenas para proporcionar mais conforto pode representar uma escolha inadequada.
A cirurgia de mama sem dreno é segura?
Sim. A cirurgia de mama sem dreno pode ser segura em pacientes adequadamente selecionadas, desde que o cirurgião adote medidas para controlar o sangramento, reduzir complicações e acompanhar a recuperação. A ausência do dispositivo, sozinha, não torna a operação mais segura. O resultado depende das condições clínicas, da técnica utilizada e dos cuidados adotados durante todo o tratamento.
A revisão Cochrane de Khan, Smeulders e Van der Horst (2015) reuniu três ensaios randomizados com 306 mulheres submetidas à mamoplastia redutora e não encontrou benefício do dreno na redução de complicações. A diferença observada foi a internação mais curta entre as pacientes operadas sem dreno. Como a revisão não encontrou ensaios sobre aumento mamário com prótese ou reconstrução, essa conclusão vale para a redução de mamas.
Em uma revisão sistemática mais recente, Dušková, Měšťák e Molitor (2024) reuniram 13 estudos sobre mamoplastia redutora, envolvendo 308 mamas com dreno e 859 sem dreno. Os autores encontraram hematomas em 3,9% das mamas com drenagem e 2,4% daquelas sem o dispositivo. Embora esses resultados apoiem a possibilidade de dispensar drenos em determinadas operações, não significam que toda paciente terá menor risco ao operar sem eles.
Prótese de silicone
Para a prótese de silicone, o maior conjunto de dados vem de Montemurro e Gupta (2023): 1.617 pacientes de um mesmo cirurgião, operadas sem dreno e acompanhadas por pelo menos seis meses. O hematoma ocorreu em 0,92% delas, o seroma em 0,74% e a retirada do implante por infecção em 0,18%. Por ser uma série sem grupo de comparação, o estudo mostra que a abordagem é viável, mas não compara diretamente pacientes operadas com e sem dreno.
As diferenças entre operar com e sem dreno envolvem não apenas o controle de líquidos, mas também o conforto, os cuidados pós-operatórios e os possíveis riscos. O Quadro 1 apresenta uma comparação desses aspectos e ajuda a compreender por que o uso do dispositivo deve depender das condições de cada paciente.
Quadro 1: Comparação entre cirurgia de mama com dreno e sem dreno
| Aspecto avaliado | Cirurgia com dreno | Cirurgia sem dreno |
|---|---|---|
| Retirada de líquidos | Permite a saída de sangue e secreções pelo dispositivo. | O organismo absorve pequenas quantidades; acúmulos importantes podem exigir tratamento. |
| Hematoma e seroma | Não garante a prevenção dessas complicações. | A ausência do dreno não significa necessariamente maior ocorrência. |
| Risco de infecção | Exige cuidados com o tubo e o local de saída; pode representar uma via de contaminação. | Elimina os riscos específicos associados à presença do tubo, mas não o risco geral de infecção cirúrgica. |
| Conforto pós-operatório | Pode causar desconforto e exigir cuidados adicionais. | Dispensa os cuidados com o dispositivo externo. |
| Movimentação | O tubo e o reservatório podem dificultar determinadas atividades. | Não apresenta limitações relacionadas ao dispositivo, mas mantém as restrições da cirurgia. |
| Indicação | Pode ser necessário em situações clínicas específicas. | É uma opção em procedimentos e pacientes adequadamente selecionados. |
Fonte: Elaborada com base em Khan, Smeulders e Van der Horst (2015), Espirito Santo et al. (2021), Dušková, Měšťák e Molitor (2024) e Kalmar et al. (2025).
Diante dessas diferenças, a escolha entre utilizar ou dispensar o dreno na cirurgia de mama deve considerar as características de cada paciente e a técnica cirúrgica adotada. Operar sem dreno pode trazer mais conforto e simplificar os cuidados, mas não é a melhor opção em todas as situações.
Por isso, o Dr. Thiago Cavalcanti prioriza cirurgias mamárias sem dreno quando as condições permitem, valorizando o controle do sangramento, o planejamento individualizado e o acompanhamento pós-operatório como elementos fundamentais para a segurança e a recuperação da paciente.
Por que o Dr. Thiago Cavalcanti prefere não utilizar drenos nas cirurgias de mama?
O Dr. Thiago Cavalcanti prioriza cirurgias de mama sem dreno porque considera que o dispositivo nem sempre oferece benefícios que justifiquem seu uso rotineiro. Em procedimentos como colocação de prótese de silicone, mastopexia e mamoplastia, sua abordagem busca evitar intervenções desnecessárias, sem comprometer os cuidados essenciais à segurança da paciente. Essa preferência não é absoluta: algumas situações exigem drenagem.
“Minha preferência é realizar cirurgias de mama sem drenos sempre que as condições permitem. Entendo que não devemos utilizar um dispositivo apenas porque ele faz parte de uma prática tradicional. Precisamos avaliar se realmente oferece benefícios para aquela paciente. Quando não existe indicação, prefiro evitar desconfortos e cuidados adicionais, sem abrir mão da segurança cirúrgica.” Dr. Thiago Cavalcanti — Cirurgião Plástico | CRM-SC 20500 | RQE 11931 (Cirurgia Plástica).
Um dos principais motivos para evitar o uso rotineiro de drenos são os desconfortos e riscos associados ao dispositivo. Embora sua função seja retirar líquidos da região operada, sua presença pode exigir cuidados adicionais, dificultar determinados movimentos e representar uma possível via de contaminação bacteriana. Quando é possível operar sem dreno, a paciente pode passar por um pós-operatório com menos dispositivos externos e cuidados específicos.
Para o Dr. Thiago Cavalcanti, a decisão sobre utilizar ou dispensar o dreno deve considerar o controle cuidadoso do sangramento, as características dos tecidos e as condições observadas durante o procedimento. O critério é se o recurso traz benefício à recuperação daquela paciente.
Essa preferência também se relaciona à proposta de recuperação funcional adotada pelo médico, incluindo os princípios do protocolo R24R (Real 24 Hours Recovery). A ausência de drenos pode facilitar alguns cuidados e proporcionar maior praticidade nos primeiros dias após colocar silicone ou realizar uma mastopexia. O retorno às atividades, porém, depende de vários fatores além do dreno.
É possível colocar prótese de silicone ou fazer mastopexia sem dreno?
Sim. A colocação de prótese de silicone e a mastopexia podem ocorrer sem dreno, desde que o cirurgião avalie as condições da paciente e as particularidades da operação. Na cirurgia de aumento mamário, o médico cria um espaço para posicionar o implante de silicone. Já na mastopexia, também conhecida como cirurgia para levantar as mamas, ele remodela os tecidos e reposiciona as estruturas mamárias para corrigir a flacidez e a queda. Na prótese de silicone, a série de Montemurro e Gupta (2023), com 1.617 pacientes operadas sem dreno, registrou hematoma em menos de 1% dos casos. Na mastopexia, a literatura específica é mais escassa e a decisão se apoia sobretudo na avaliação do cirurgião.
Embora essas cirurgias apresentem características diferentes, ambas exigem atenção ao sangramento e à acomodação dos tecidos. Por isso, o planejamento considera fatores como volume mamário, qualidade da pele, necessidade de retirada de tecido e associação com implantes. Além disso, procedimentos como mastopexia com prótese, troca de silicone ou correção de complicações anteriores podem apresentar condições diferentes de uma primeira cirurgia mamária.
Na prática do Dr. Thiago Cavalcanti, a preferência por realizar cirurgias das mamas sem dreno integra uma abordagem individualizada, especialmente em procedimentos nos quais o planejamento e as condições cirúrgicas permitem dispensar o dispositivo. Caso surjam condições que justifiquem a drenagem, o cirurgião poderá indicar seu uso conforme a avaliação clínica.
Como a cirurgia de mama sem dreno influencia a recuperação após colocar silicone?
A ausência de drenos pode facilitar determinados aspectos da recuperação após a colocação de prótese de silicone, especialmente por eliminar os cuidados com o tubo e o reservatório externo. Ela não garante, porém, uma recuperação em 24 horas nem define sozinha quando a paciente poderá retomar suas atividades. O processo depende da extensão da cirurgia mamária, da resposta individual do organismo e das orientações médicas.
O Dr. Thiago Cavalcanti trabalha com a proposta R24R, sigla de Real 24 Hours Recovery, que organiza diferentes cuidados e decisões cirúrgicas voltados à recuperação funcional em pacientes elegíveis. Essa abordagem envolve planejamento, técnica operatória, controle de desconfortos e orientações para uma retomada gradual das atividades. A cirurgia sem dreno é uma das peças dessa estratégia, não a única.
Recuperação funcional e cicatrização completa são coisas diferentes. Após colocar silicone ou realizar uma mastopexia, uma paciente pode conseguir executar movimentos leves e atividades previamente autorizadas enquanto os tecidos continuam cicatrizando. Portanto, mesmo quando a cirurgia acontece sem dreno, permanecem necessários o acompanhamento médico, o respeito às restrições e a observação de possíveis sinais de complicações.
Quando o dreno pode ser necessário em uma cirurgia mamária?
O dreno pode ser necessário quando as características da cirurgia de mama ou as condições clínicas justificam a retirada controlada de líquidos após o procedimento. Isso pode ocorrer em determinadas operações reconstrutivas, cirurgias mais extensas ou situações em que o médico identifica maior necessidade de controlar secreções. A indicação depende da avaliação individual, não apenas do tipo de procedimento.
Conforme discutem Espirito Santo e colaboradores (2021), diferentes decisões técnicas participam da segurança das mamoplastias, incluindo a utilização de drenos. Por isso, a escolha deve considerar as condições encontradas durante a operação e os riscos particulares de cada paciente. Quando o dispositivo é necessário, a equipe deve orientar sobre os cuidados, a observação do líquido coletado e o momento adequado para sua retirada.
Agende sua avaliação com o Dr. Thiago Cavalcanti
Se você está considerando colocar prótese de silicone, realizar uma mastopexia ou outra cirurgia de mama, compreender as possibilidades de recuperação faz parte de uma decisão consciente. O Dr. Thiago Cavalcanti, cirurgião plástico em Balneário Camboriú, Santa Catarina, realiza uma avaliação individualizada para esclarecer dúvidas sobre o uso de drenos, apresentar as técnicas disponíveis e orientar cada paciente sobre os cuidados necessários antes e depois do procedimento.
Com formação pelo Instituto Ivo Pitanguy, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), registrado sob o CRM-SC 20500 e RQE 11931, o Dr. Thiago Cavalcanti dedica sua atuação especialmente às cirurgias das mamas. Sua abordagem prioriza o planejamento cirúrgico, a segurança e o acompanhamento pós-operatório, considerando técnicas que dispensam o uso rotineiro de drenos quando as condições clínicas permitem.
Para conhecer as possibilidades de tratamento e receber orientações adequadas ao seu caso, agende uma consulta com o Dr. Thiago Cavalcanti. O consultório está localizado na Rua 3110, nº 234, 1º andar, Centro, Balneário Camboriú – SC, CEP 88330-287. Os agendamentos podem ser realizados pelo telefone +55 47 99663-0518, e mais informações estão disponíveis no site www.thiagocavalcanti.com.br.
Considerações Finais
O uso de dreno na cirurgia de mama não deve representar uma obrigação automática, assim como sua ausência não deve ser tratada como regra universal. As evidências disponíveis sustentam a possibilidade de dispensar o dispositivo em diferentes mamoplastias, especialmente nas redutoras. Na prótese de silicone, há grandes séries sem dreno com baixas taxas de complicação, mas sem ensaios comparativos. Na mastopexia, os dados são ainda mais escassos, e a decisão depende da avaliação do cirurgião.
O que define a conduta é a escolha dos recursos adequados para cada paciente. O planejamento cirúrgico, a experiência profissional, o controle do sangramento e o acompanhamento após a operação continuam essenciais para uma recuperação segura e individualizada.
FAQ: perguntas frequentes sobre dreno na cirurgia de mama
É necessário usar dreno depois de colocar prótese de silicone?
Não necessariamente. Muitas cirurgias de aumento mamário com prótese de silicone são feitas sem dreno: em uma série de 1.617 pacientes operadas assim, o hematoma ocorreu em 0,92% dos casos (Montemurro e Gupta, 2023). O cirurgião, porém, precisa avaliar as condições clínicas, a técnica escolhida e eventuais situações que justifiquem sua utilização.
O dreno pode causar infecção na prótese de silicone?
O dreno pode ser uma via de entrada para bactérias, mas não há prova de que cause infecção do implante. A associação entre dreno e infecção encontrada por Kalmar e colaboradores (2025) vem de cirurgias de redução de mama. Em pacientes com prótese operadas sem dreno, a série de Montemurro e Gupta (2023) registrou retirada do implante por infecção em 0,18% dos casos.
É possível fazer mastopexia com prótese sem dreno?
Sim. A mastopexia com prótese de silicone pode ocorrer sem dreno em casos adequadamente selecionados. A decisão depende das características das mamas, da técnica utilizada e das condições observadas durante a cirurgia.
O que acontece se não colocar dreno depois da cirurgia de mama?
Quando não existe indicação para drenagem, o organismo geralmente consegue absorver pequenas quantidades de líquido durante a recuperação. Acúmulos maiores de sangue ou secreção, porém, podem exigir avaliação e tratamento médico.
Quanto tempo o dreno fica após a colocação de silicone?
O período varia conforme o procedimento, a quantidade de líquido coletado e a avaliação médica. Quando necessário, o dreno permanece até que o cirurgião considere adequada sua retirada, sem um prazo único para todas as pacientes.
Quais sinais precisam de avaliação após uma cirurgia de mama?
Febre, vermelhidão progressiva, aumento súbito do volume de uma mama, dor intensa ou crescente e saída de secreção com odor desagradável exigem contato imediato com a equipe médica, independentemente do uso de dreno.
Referências
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KALMAR, Christopher L. et al. Reduction Mammaplasty: Closed Suction Drains Do Not Reduce Hematoma or Seroma But Increase Infection Risk. Annals of Plastic Surgery, v. 94, n. 2, p. 152-156, 2025. DOI: https://doi.org/10.1097/SAP.0000000000004153. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39841897/.
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