Banner Desktop
Banner Mobile

Mama tuberosa: como identificar, quais são os graus e como funciona a cirurgia de correção?

Publicado em 13/07/2026 por Thiago

Mama tuberosa como identificar

Principais tópicos

  • O que é a mama tuberosa e por que ela se torna mais evidente durante a puberdade.
  • Quais alterações anatômicas ajudam a identificar uma mama tuberosa.
  • Por que a prótese de silicone isolada pode não corrigir adequadamente o formato.
  • Como implante, lipoenxertia, remodelação glandular e mastopexia podem ser combinados.
  • Qual é a importância do planejamento individualizado em casos leves, moderados e graves.

Introdução

Algumas mulheres procuram a cirurgia plástica porque consideram suas mamas pequenas. Outras, por sua vez, estão satisfeitas com o volume, mas percebem que o formato parece diferente. Em muitos casos, a parte inferior da mama é pouco desenvolvida, as aréolas ficam mais projetadas, os seios parecem muito afastados ou existe uma assimetria importante entre os lados.

Essas características, entretanto, podem estar relacionadas à mama tuberosa, uma alteração congênita que ocorre durante o desenvolvimento mamário e, na maioria das vezes, torna-se evidente na puberdade, quando as mamas começam a crescer. Ainda assim, em casos mais discretos, essa condição pode passar despercebida durante muitos anos e ser identificada apenas quando a paciente procura um cirurgião plástico para colocar uma prótese de silicone.

Por isso, reconhecer corretamente essa alteração é uma etapa fundamental do planejamento cirúrgico. Afinal, a cirurgia da mama tuberosa não consiste apenas em aumentar o volume das mamas. Na prática, é necessário compreender onde está a constrição do tecido, como a glândula mamária se distribuiu ao longo do desenvolvimento e quais estruturas precisam ser remodeladas para restaurar um formato mais harmonioso. Somente dessa forma é possível alcançar um resultado natural e proporcional.

Ao longo dos últimos 16 anos, o Dr. Thiago Cavalcanti realizou uma quantidade expressiva de cirurgias mamárias e, consequentemente, passou a receber com frequência pacientes com mamas tuberosas, assimetrias e outras alterações anatômicas mais complexas. Essa experiência clínica, associada ao planejamento individualizado, permite diferenciar um aumento mamário convencional de um caso que exige reconstrução detalhada da forma da mama, garantindo uma abordagem mais precisa para cada paciente.

O que é mama tuberosa?

A mama tuberosa, também conhecida como mama tubular ou mama constrita, é uma alteração congênita do desenvolvimento da mama. Embora sua origem esteja presente desde o nascimento, na maioria das pacientes ela só se torna perceptível durante a puberdade, período em que ocorre o crescimento do tecido mamário e a definição do formato das mamas.

Durante um desenvolvimento considerado normal, a pele, a glândula mamária e a base da mama se expandem de maneira relativamente equilibrada. Na mama tuberosa, por outro lado, existe uma limitação nesse processo de expansão. Como consequência, parte da base mamária especialmente a região inferior não se desenvolve completamente. Dessa maneira, a mama pode adquirir um formato mais estreito, alongado ou tubular, além de apresentar alterações na posição e na projeção da aréola.

Além disso, a mama tuberosa pode acometer apenas uma das mamas ou surgir de forma bilateral, com diferentes graus de intensidade. Da mesma forma, essa alteração não está necessariamente relacionada ao tamanho das mamas. Na prática, existem pacientes com mamas tuberosas pequenas, outras com volume moderado e até mulheres com mamas relativamente volumosas que apresentam essa característica anatômica.

Por esse motivo, a literatura científica descreve diferentes classificações para a mama tuberosa e reconhece que existem inúmeras formas de apresentação da alteração. Consequentemente, não há uma única técnica cirúrgica capaz de atender todos os casos. Ao contrário, o tratamento deve ser individualizado, considerando o grau de constrição, a distribuição da glândula mamária, a qualidade da pele e os objetivos de cada paciente. Dessa forma, é possível corrigir não apenas o volume, mas principalmente o formato e a proporção das mamas.

 

Como saber se uma mama é tuberosa?

O diagnóstico deve ser realizado presencialmente por um cirurgião plástico, mas alguns sinais podem levantar a suspeita.

 

Um dos mais frequentes é o polo inferior curto, caracterizado pela pouca distância entre o mamilo e o sulco localizado abaixo da mama. Assim, a parte inferior pode parecer vazia, reta ou pouco arredondada porque não houve expansão suficiente nesta região.

 

O sulco inframamário também pode estar mais alto e preso. Logo, em algumas pacientes, existe uma espécie de anel interno de constrição que limita o crescimento da base mamária.

 

Outro sinal importante é a aréola alargada ou projetada. Assim, o tecido mamário pode avançar em direção à aréola, fazendo com que ela pareça abaulada. Também podem ocorrer base estreita, mamas afastadas, diferenças de tamanho, posição desigual dos sulcos e queda mamária.

 

Nem todas essas características precisam estar presentes. Assim, casos leves podem apresentar somente uma pequena deficiência no polo inferior ou uma assimetria que parece pouco relevante à primeira vista.

 

Principais alterações associadas à mama tuberosa


Imagem 1:
Principais alterações associadas à mama tuberosa: polo inferior pouco desenvolvido, sulco inframamário elevado e projeção do complexo aréolo-papilar. 

 

Anatomia:

  • Inframmamary Fold (IMF): região muito curta, falta mama nessa região.
  • Lower breast pole: Falta de tecido no polo inferior
  • Nipple Areola Complex (NAC): Areola herniada, protrusa para fora, alargada.
  • Ptosis: mama pode ser também caída, o que dificulta ainda mais a correção.

 

Quais são os graus da mama tuberosa?

Uma das classificações mais utilizadas divide a mama tuberosa conforme as regiões afetadas pela falta de desenvolvimento. Agora, conheça os graus da Mama Tuberosa:

 

  • No grau I, a deficiência aparece principalmente na parte inferior e interna da mama. Por ser mais discreta, essa apresentação pode ser confundida com uma assimetria leve ou apenas com falta de preenchimento na região medial.

 

  • No grau II, os dois quadrantes inferiores apresentam deficiência. A distância entre o mamilo e o sulco costuma ser curta, e a parte inferior da mama fica mais restrita.

 

  • No grau III, a constrição compromete praticamente toda a base. Pode existir uma mama pequena, estreita e com aréola muito projetada, além de assimetria mais acentuada.

 

Assim, a classificação ajuda a organizar o diagnóstico, mas não determina sozinha a cirurgia. Pacientes com o mesmo grau podem apresentar pele, volume, flacidez, posição da aréola e expectativas completamente diferentes.

 

Por que a prótese de silicone sozinha pode não resolver?

A prótese mamária aumenta o volume, mas não libera automaticamente os tecidos contraídos. Quando o implante é colocado sem que a anatomia seja adequadamente reconhecida, algumas características da mama tuberosa podem permanecer ou se tornar mais evidentes.

 

O polo inferior pode continuar curto, a aréola pode ficar ainda mais projetada e o sulco antigo pode criar uma linha visível abaixo da mama. Essa alteração é conhecida como duplo contorno ou double bubble.

 

Por esse motivo, o planejamento não deve começar apenas pela escolha do tamanho da prótese. Antes disso, o cirurgião precisa avaliar a base, o sulco, a distribuição da glândula, a espessura dos tecidos e o grau de assimetria.

 

Como é feita a cirurgia para corrigir a mama tuberosa?

A cirurgia pode combinar diferentes técnicas. A escolha depende da intensidade da constrição, da quantidade de tecido mamário, do volume desejado e da presença de flacidez, assimetria ou excesso de pele.

 

Logo, a correção da mama tuberosa é mais complexa do que um aumento mamário convencional, pois o objetivo não é apenas aumentar o volume, mas melhorar o formato e reconstruir as regiões que não se desenvolveram adequadamente. 

 

Por isso, o resultado não deve ser comparado ao de uma paciente submetida a uma mamoplastia de aumento simples. Cada cirurgia precisa respeitar as limitações e as características anatômicas da paciente.

 

Em casos leves e selecionados, o tratamento pode ser realizado apenas com enxertia de gordura, proporcionando uma melhora discreta do contorno. Assim, quando existe pouco volume mamário e deficiência do polo inferior, pode ser indicada uma cirurgia híbrida, associando implante anatômico e enxertia de gordura. Se a aréola estiver alargada ou muito projetada, o planejamento também pode incluir sua redução.

 

Como é tratada a mama tuberosa com maior volume e queda?

Algumas pacientes apresentam mamas tuberosas que aumentaram de volume ao longo do desenvolvimento, mas mantiveram a constrição da base mamária. Nesses casos, a mama pode apresentar excesso de pele, flacidez e mamilo direcionado para baixo, criando um formato popularmente comparado ao “nariz do Snoopy”.

 

Quando a mama tuberosa está associada à queda, o tratamento pode exigir uma combinação de implante redondo ou anatômico, enxertia de gordura, remodelação dos tecidos e retirada do excesso de pele por meio da mastopexia. Dependendo do grau de flacidez, a cicatriz pode assumir o formato de T invertido.

Correção de mama tuberosa

Correção de mama tuberosa


Imagem 2
: Correção de mama tuberosa associada à queda mamária. Em casos com maior volume e excesso de pele, o tratamento pode exigir mastopexia associada à remodelação dos tecidos, enxertia de gordura e, quando indicado, implante mamário.

 

O que é a técnica de camuflagem?

Em pacientes com mamas pequenas, pouca flacidez e constrição leve ou moderada, pode ser possível corrigir o formato sem utilizar cicatrizes extensas.

 

Na abordagem realizada pelo Dr. Thiago Cavalcanti, a técnica de camuflagem pode combinar implante em Dual Plane, liberação dos tecidos do polo inferior, lipoenxertia nas regiões inferior e medial e tratamento do sulco antigo. Logo, a aréola também pode ser remodelada quando necessário.

 

O termo camuflagem não significa apenas esconder a alteração. O objetivo é liberar a constrição, reconstruir o polo inferior e suavizar as transições da mama utilizando uma abordagem menos invasiva, desde que a anatomia permita.

 

representação da tecnica de camuflagem

Imagem 3: Representação da técnica de camuflagem, que pode associar implante mamário, liberação dos tecidos e enxertia de gordura para reconstruir o polo inferior.

 

Por que a experiência do cirurgião é importante?

 

A mama tuberosa exige decisões que vão além de escolher uma prótese. O cirurgião precisa reconhecer alterações discretas, prever como os tecidos responderão à expansão e definir quais técnicas devem ser combinadas.

 

Uma mama tuberosa leve não deve ser tratada da mesma forma que uma mama com constrição grave, excesso de pele ou grande assimetria. Além disso, cada lado pode exigir uma estratégia diferente dentro da mesma cirurgia.

 

Com mais de 16 anos de experiência em cirurgia mamária, o Dr. Thiago Cavalcanti trata regularmente casos de mamas tuberosas, assimetrias e cirurgias de maior complexidade. Logo, o planejamento pode incluir avaliação tridimensional com o VECTRA 3D XT, recurso que auxilia no estudo das proporções, das diferenças entre as mamas e das possibilidades de volume.

 

O Dr. Thiago também integra o grupo de autores do estudo internacional The Ideal Breast: Insights From a Patient’s Survey and a Global Aesthetic Surgery Consensus at the A.M.B.E.R., publicado na revista Aesthetic Plastic Surgery. A pesquisa analisou preferências de pacientes e cirurgiões sobre volume, projeção e proporção dos polos mamários, reforçando a importância de conciliar critérios técnicos, anatomia e expectativas individuais.

A cirurgia deixa a mama igual a um aumento convencional?

A correção da mama tuberosa busca melhorar o formato das mamas, expandir a base mamária, equilibrar os polos e reduzir as assimetrias existentes. No entanto, o planejamento cirúrgico sempre deve respeitar a anatomia de cada paciente. Por isso, existem limites que precisam ser discutidos de forma transparente durante a consulta, permitindo que as expectativas estejam alinhadas com o que é tecnicamente possível alcançar.

Dessa forma, o objetivo da cirurgia não é reproduzir um modelo padronizado de mama, mas sim proporcionar o melhor resultado possível dentro das características individuais da paciente.

Além disso, é importante compreender que pequenas diferenças entre um lado e outro podem permanecer, já que algum grau de assimetria faz parte da anatomia humana. Assim, em casos mais complexos, inclusive, pode haver necessidade de procedimentos complementares ou refinamentos cirúrgicos em um segundo momento para aperfeiçoar o resultado.

Nesse contexto, um estudo com acompanhamento em longo prazo demonstrou que a evolução dos resultados pode variar de acordo com a técnica utilizada, seja com implantes de silicone, seja com lipoenxertia. Além disso, os autores observaram que algumas pacientes podem se beneficiar de ajustes ao longo do tempo, conforme ocorre a acomodação dos tecidos e a cicatrização.

Por esse motivo, a pesquisa reforça a importância de uma conversa detalhada antes da cirurgia, esclarecendo que, em determinadas situações, etapas adicionais ou revisões fazem parte do planejamento terapêutico e contribuem para alcançar um resultado mais estável e harmonioso.

 

Considerações finais

Por fim, a mama tuberosa é uma alteração estrutural, e não apenas uma questão de tamanho. Seu tratamento pode envolver liberação dos tecidos, reconstrução do polo inferior, implante, enxertia de gordura, correção da aréola ou mastopexia.

 

Identificar corretamente o grau e as particularidades de cada mama é essencial para evitar que uma simples colocação de prótese preserve ou acentue a deformidade.

 

Assim, a experiência do cirurgião é especialmente importante porque não existe uma única técnica adequada para todas as pacientes. O planejamento precisa considerar a anatomia, a qualidade dos tecidos, as assimetrias e o resultado possível em cada caso.

 

FAQ: principais perguntas sobre Mama Tuberosa 

O que é mama tuberosa?

A mama tuberosa é uma alteração do desenvolvimento mamário que geralmente se torna evidente durante a puberdade. Ela pode causar polo inferior curto, sulco inframamário elevado, base estreita, aréola projetada e assimetria entre as mamas.

 

Como saber se tenho mama tuberosa?

O diagnóstico é feito durante a avaliação com um cirurgião plástico. Mamas afastadas, pouca mama na parte inferior, aréolas grandes ou abauladas, distância curta entre o mamilo e o sulco e diferenças importantes entre os lados podem sugerir a alteração.

 

A prótese de silicone sozinha corrige a mama tuberosa?

Nem sempre. A prótese aumenta o volume, mas pode não corrigir a constrição, a posição do sulco ou a herniação da aréola. Muitas pacientes precisam de liberação dos tecidos, remodelação glandular, lipoenxertia ou tratamento da aréola.

 

Qual é o melhor tratamento para a mama tuberosa?

Não existe uma técnica única para todas as pacientes. O tratamento depende do grau de constrição, do volume, da assimetria, da pele, da posição da aréola e da presença de queda. A cirurgia pode combinar implante, gordura, remodelação glandular, redução areolar e mastopexia.

 

Casos leves de mama tuberosa também precisam de uma cirurgia complexa?

Nem sempre. Algumas apresentações leves podem ser tratadas por uma técnica de camuflagem com cicatrizes menores. Mesmo assim, a constrição precisa ser identificada e considerada no planejamento, para que o implante não acentue o formato preexistente.

 

Referências

 

Principal Referência

CAVALCANTI, Thiago; BUCCHERI, Ernesto Maria et al. The ideal breast: insights from a patient’s survey and a global aesthetic surgery consensus at the A.M.B.E.R. Aesthetic Plastic Surgery, v. 50, p. 2567-2577, 2026. DOI: 10.1007/s00266-025-05471-x. Disponível em: https://doi.org/10.1007/s00266-025-05471-x

 

Referências Complementares

ALVARO, Anton I. et al. A systematic review of outcomes and complications of tuberous breast surgery. Aesthetic Surgery Journal, v. 43, n. 12, p. NP1001-NP1009, 2023. DOI: 10.1093/asj/sjad229. Disponível em: https://doi.org/10.1093/asj/sjad229

 

CENTURION, Patricio et al. Tratamento de mama tuberosa: uma nova perspectiva fotoquímica. Revista Brasileira de Cirurgia Plástica, v. 39, n. 4, p. 1-7, 2024. DOI: 10.1055/s-0045-1802313. Disponível em: https://doi.org/10.1055/s-0045-1802313

 

DONNENFIELD, Jonah I. et al. The impact of tuberous breast on adolescents: a cross-sectional study. Plastic and Reconstructive Surgery – Global Open, v. 12, n. 1, e5530, 2024. DOI: 10.1097/GOX.0000000000005530. Disponível em: https://doi.org/10.1097/GOX.0000000000005530.

 

EL ISRAWI, Daniel; MAKDESSI, Jean Paul; BASSILIOS HABRE, Samer. The surgical treatment of tuberous breast deformity: a review article. Annals of Plastic Surgery, v. 91, n. 3, p. 395-399, 2023. DOI: 10.1097/SAP.0000000000003630. Disponível em: https://doi.org/10.1097/SAP.0000000000003630.

 

INNOCENTI, Alessandro; MELITA, Dario. Tuberous breast: a wide spectrum of features of the same disorder—13-year experience-based classification and reconstructive algorithm. Plastic and Reconstructive Surgery, v. 153, n. 6, p. 1231-1238, 2024. DOI: 10.1097/PRS.0000000000010838. Disponível em: https://doi.org/10.1097/PRS.0000000000010838

 

LOZITO, Alessia et al. Review of tuberous breast deformity: developments over the last 20 years. Plastic and Reconstructive Surgery – Global Open, v. 10, n. 5, e4355, 2022. DOI: 10.1097/GOX.0000000000004355. Disponível em: https://doi.org/10.1097/GOX.0000000000004355

 

PAPADOPOULOS, Sarantos et al. Correction of the tuberous breast with fat grafting and implant: techniques, evaluation with BREAST-Q, and preliminary results. Aesthetic Plastic Surgery, v. 48, p. 4953-4964, 2024. DOI: 10.1007/s00266-024-04032-y. Disponível em: https://doi.org/10.1007/s00266-024-04032-y.

 

SURCEL, Elena S. et al. Long-term results of the tuberous breast: what to expect after the primary correction process?. Scandinavian Journal of Surgery, v. 113, n. 3, p. 246-253, 2024. DOI: 10.1177/14574969241250213. Disponível em: https://doi.org/10.1177/14574969241250213

 

VAN DURME, Julie et al. The different surgical strategies for treating tuberous breast deformity: a scoping review. JPRAS Open, v. 42, p. 315-328, 2024. DOI: 10.1016/j.jpra.2024.07.011. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.jpra.2024.07.011

 

Categorias: Blog, Cirurgia de mama, Diversos, Especialidades

Dr. Thiago Cavalcanti

Quem é e suas especialidades

Dr. Thiago Cavalcanti é um renomado cirurgião plástico, formado pelo Instituto Ivo Pitanguy em 2009, no Rio de Janeiro. Especialista em cirurgia de mama, é referência na técnica R24R, que promove uma recuperação pós-operatória em apenas 24 horas.

Desde o início de sua jornada na medicina em 2003, ele se dedica incansavelmente ao aprimoramento de suas habilidades e ao aprofundamento de seus conhecimentos. Reconhecido por sua abordagem inovadora, Dr. Thiago também é palestrante internacional e educador, tendo participado de eventos e treinamentos em países como Itália, Espanha, Turquia, Suécia e Austrália, sempre em busca das mais avançadas técnicas de cirurgia plástica.

Membro Titular da SBCP: Detém o grau mais elevado de certificação dentro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Dr. Thiago Cavalcanti
+5000 MULHERES REALIZADAS
+16 ANOS DE EXPERIÊNCIA
+300 CIRURGIÕES CAPACITADOS POR MIM: TÉCNICAS GRIP PLANE® E R24R®
+10.000 HORAS DE PRÁTICA, PARA ALCANÇAR O NÍVEL DE ESPECIALISTA